Vai adesivar seu veículo durante as eleições? Entenda os cuidados com o seguro!
MASI
17 setembro 2026
Veículo adesivado para campanha eleitoral exige atenção com o seguro auto. Entenda as regras do TSE, quando o uso muda o perfil de risco e o que comunicar à seguradora.
Durante o período eleitoral, é comum encontrar veículos adesivados como forma de manifestação e divulgação de candidaturas. Mas, para quem possui seguro auto, existe uma questão que merece atenção: o problema não está necessariamente no adesivo, mas na forma como o veículo passa a ser utilizado. Um carro que continua sendo usado normalmente no dia a dia pode representar uma situação diferente daquele que passa a participar diretamente de atividades de campanha. Por isso, antes de mudar a rotina do veículo, vale entender tanto as regras eleitorais quanto as possíveis implicações para o seguro.
Adesivar um veículo particular é permitido?
Sim, desde que sejam respeitadas as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Para as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral informa que veículos particulares podem receber adesivos de até 0,5 m². Também é permitido o uso de adesivo microperfurado em toda a extensão do para-brisa traseiro. A manifestação em bem particular deve ser espontânea e gratuita, sem pagamento pela utilização do espaço. Essas são regras relacionadas à propaganda eleitoral. Quando falamos de seguro, porém, existe outro aspecto que precisa ser considerado.
O adesivo muda o seguro do veículo?
Não existe uma resposta única para todos os casos. As seguradoras utilizam diferentes informações para avaliar o risco de um veículo. Segundo a SUSEP, fatores como uso profissional, lazer ou locomoção diária podem fazer parte dessa análise. Os critérios específicos de aceitação também podem variar entre as seguradoras e conforme as condições contratadas. Por isso, mais importante do que simplesmente perguntar se um carro está adesivado é entender se a sua utilização mudou: se o veículo continua cumprindo sua rotina habitual, temos uma situação. Se passa a ser utilizado regularmente em atividades relacionadas à campanha, o cenário pode ser diferente.
Quando o uso do veículo merece mais atenção?
Imagine que um carro antes utilizado apenas para deslocamentos pessoais passe a participar de carreatas, transportar pessoas ou materiais ou servir de apoio recorrente a atividades de campanha. Nesses casos, pode existir uma alteração relevante no perfil de utilização informado no momento da contratação do seguro. Isso não significa automaticamente perda de cobertura ou alteração da apólice. Significa que a nova utilização precisa ser analisada de acordo com o contrato e os critérios da seguradora.
A própria SUSEP orienta que, quando informações relacionadas ao perfil de risco mudarem durante a vigência da apólice, o segurado procure seu corretor ou a seguradora e comunique a alteração. Quando necessário, pode ser realizado um endosso para atualizar o contrato.
O que conferir antes de utilizar o carro em uma campanha?
Antes de mudar a utilização do veículo, alguns cuidados ajudam a evitar dúvidas:
Confira se o uso atual corresponde ao informado na contratação do seguro;
Avalie se o veículo passará a exercer alguma atividade diferente da rotina habitual;
Consulte as condições da sua apólice e os critérios da seguradora;
Respeite as regras da Justiça Eleitoral para propaganda em veículos;
Em caso de mudança no perfil de utilização, converse com sua corretora antes de colocar o veículo nessa nova rotina.
Essa análise antecipada é importante porque cada contrato possui condições próprias.
Por que falar com a corretora antes?
O seguro é contratado considerando determinadas características do veículo, do condutor e da sua utilização. Quando essas condições mudam, o melhor caminho é verificar se a proteção contratada continua adequada à nova realidade. Na Masi, ajudamos você a analisar essas situações e entender quais informações precisam ser atualizadas, sempre de acordo com a sua apólice e com as condições da seguradora e assim, você evita descobrir somente no momento de um sinistro que alguma informação importante deveria ter sido comunicada anteriormente.
Perguntas frequentes
Colocar um adesivo eleitoral faz o seguro perder a cobertura?
Não é possível generalizar. O simples fato de existir um adesivo não determina, sozinho, as condições do seguro. É necessário considerar o contrato, os critérios da seguradora e, principalmente, se houve mudança na forma de utilização do veículo.
Se eu continuar usando meu carro normalmente, preciso alterar o seguro?
Depende das condições da apólice e dos critérios da seguradora. Se não houver mudança no perfil informado na contratação, a situação tende a ser diferente daquela em que o veículo passa a atuar diretamente em atividades de campanha. Em caso de dúvida, consulte sua corretora.
Se o veículo começar a ser utilizado em atividades de campanha, o que devo fazer?
Procure sua corretora e informe como o veículo passará a ser utilizado. A SUSEP recomenda comunicar alterações no perfil de risco durante a vigência do seguro para verificar se é necessária alguma atualização contratual.
Existem regras para adesivos eleitorais nos veículos?
Sim. Nas Eleições 2026, o TSE permite adesivos em veículos particulares dentro dos limites previstos pela legislação eleitoral, incluindo adesivos de até 0,5 m² e microperfurado na extensão total do para-brisa traseiro.
Um adesivo pode parecer uma pequena mudança, mas, dependendo da utilização que o veículo terá durante uma campanha, existem outros fatores que precisam ser considerados. Nós ajudamos você a entender seu seguro e manter a proteção adequada à forma como o veículo realmente é utilizado. Antes de mudar o uso do veículo, fale com a Masi neste link ou, se preferir, utilize nosso Whatsapp.
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